Pedra na Vesícula tratamento

Pedra na vesícula e as formas de tratamento mais recomendadas. Conheça os tratamentos disponíveis para eliminar pedra na vesicula.

 
Pedra na vesícula e as formas de tratamento.

 

PEDRA NA VESÍCULA         CAUSAS         SINTOMAS        PREVENÇÃO        TRATAMENTO

 

 

 

TRATAMENTO PARA PEDRA NA VESÍCULA

O exame de escolha para o diagnóstico normalmente é a ultra-sonografia. A partir do diagnóstico de pedra na vesícula, deve-se avaliar a melhor opção de tratamento.

 

 

O tratamento pode ser feito com o uso de produtos naturais (tratamentos alternativos), medicamentos (para dissolver as pedras) ou através de cirurgia para a retirada da vesícula (colecistectomia). Estudos mostram que fitoesteróis em cápsulas, uma colher diária de óleo de oliva, cloreto de magnésio pa, chá de folha de abacateiro e o chá de agulhas de pinheiro utilizados alternadamente durante alguns meses normalmente diluem e eliminam a pedra na vesícula. O índice de sucesso varia de 40-80% e este tipo de tratamento em geral dura de 6 a 12 meses.

 

Nos casos em que a utilização dos complementos naturais não são suficientes para eliminar as pedras na vesícula, pode-se recorrer a medicamentos específicos. O medicamento mais utilizado para dissolver as pedras é o ácido ursodesoxicólico, o qual é pouco receitado pelos médicos devido a não funcionar em muitos casos e ainda causar diversos efeitos colaterais.

 

IMPORTANTE: Nos pacientes assintomáticos, que encontram uma pedra acidentalmente em exames de rotina, em geral, a conduta é expectante. Trabalhos mostram que menos de 15% das pessoas com pedras desenvolvem sintomas em um prazo de 10 anos. Além disso, a maioria dos pacientes que apresenta sintomas pelo cálculo biliar o fazem como cólica biliar, e não colecistite, colangite ou pancreatite. Portanto, a não ser que haja outros dados na história clínica, habitualmente não se leva à cirurgia pacientes com colelitíase assintomática.
 

Infelizmente, os ótimos resultados financeiros obtidos com as cirurgias (colecistectomia por laparoscopia), aliado ao desconhecimento da população, muitas vezes fazem com que a retirada cirúrgica das pedras na vesícula sejam normalmente a primeira recomendação adotada por muitos médicos, mesmo em quadros assintomáticos.

 

Pedra na Vesícula Tratamento: Cirurgia para remoção da Vesícula Biliar (colecistectomia por laparoscopia)

Pedra na Vesicula Tratamento: Cirurgia para remoção da Vesicula Biliar (colecistectomia por laparoscopia)

CIRURGIA PARA RETIRADA DE PEDRA NA VESÍCULA

 

A remoção da vesícula biliar já é uma das cirurgias mais praticadas no Brasil, e a maioria delas é realizada por via laparoscópica. O termo médico para este procedimento é colecistectomia videolaparoscópica, onde a operação é realizada através de quatro pequenos orifícios de 0,5 cm no abdomen e geralmente o paciente fica um dia internado no hospital e retorna às atividades normais em 10 a 15 dias.

 

Pedra na Vesicula Tratamentos: Antiga cirurgia convencional para remoção da Vesicula Biliar

CICATRIZ DEIXADA POR UMA CIRURGIA

CONVENCIONAL

Pedra na Vesicula Tratamentos: As cirurgias atuais (colecistectomia por laparoscopia) quase não deixam cicatrizes

AS CIRURGIAS ATUAIS QUASE NÃO DEIXAM CICATRIZES

(COLECISTECTOMIA POR LAPAROSCOPIA)

 

Na maior parte dos casos as pedras na vesícula são assintomáticas e os pacientes geralmente nem sabem que estão com o problema. Em mais de 80% destes casos, o paciente só descobre que está com pedra na vesícula quando sente uma cólica biliar.

 

Se o paciente apresenta sintomas da pedra na vesícula, mesmo que somente cólicas biliares, a cirurgia pode ser indicada pelo médico. O tratamento mais comum nestes casos é a colecistectomia, retirada cirúrgica da vesícula. A colecistectomia pode ser feita por cirurgia tradicional ou por laparoscopia. Atualmente a cirurgia laparoscópica é a mais usada.

Nos casos de colangite, cálculos nas vias biliares ou pancreatite, o procedimento também é cirúrgico e visa a desobstrução da via biliares. Após a desobstrução, retira-se também a vesícula no mesmo ato cirúrgico para evitar recorrências.

A vesícula é um órgão importante, mas não é considerado vital pelos médicos. A maioria dos pacientes sem vesícula pode levar uma vida normal e sem problemas. Sabemos que é perfeitamente possível viver sem a vesícula biliar, pois a bile, como já explicamos, é produzida no fígado. Durante os primeiros anos após a cirurgia, há alguma intolerância a alimentos mais gordurosos, mas com o passar do tempo os pacientes geralmente se adaptam e não necessitam de restrição alimentar muito rigorosa. Em alguns poucos casos (aproximadamente 5%) o paciente fica com o hábito intestinal mais rápido (intestino solto), o que pode causar algum desconforto momentâneo, mas em geral melhora um pouco a longo prazo.

 

 

 

 

 

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AVISO: O mais importante é que as pessoas busquem informação, conheçam as opções de tratamento que podem ser utilizadas e juntamente com um profissional de sua confiança iniciem o quanto antes o seu tratamento.

 

O bom profissional que atende a pacientes com cálculos biliares em sua prática clínica deve conhecer as diversas formas de tratamento e constantemente atualizar seus conceitos a fim de oferecer o melhor para cada caso em particular.

 

 

 

 

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Além da cólica biliar e da colecistite, a pedra na vesícula pode causar ainda outro problema. Alguns cálculos são pequenos o suficiente para sair da vesícula, mas são maiores que o diâmetro das vias biliares, ficando impactado nas mesmas, sem conseguir chegar ao duodeno. A impactação de uma pedra nos ductos biliares também causa obstrução à passagem da bile. Este quadro se chama coledocolitíase. Quando há obstrução apenas da vesícula, a bile armazenada fica estagnada, mas a bile que continua sendo produzida no fígado consegue ser normalmente escoada pelas vias biliares. Por outro lado, quando a pedra impacta na via biliar, nem a bile do fígado nem a bile da vesícula conseguem ultrapassar a barreira. Esta bile represada volta para o fígado e começa a ser absorvida pelo sangue, levando a um quadro chamado icterícia, que é a coloração amarelada da pele e dos olhos devido ao acumulo de bilirrubina (bile) no sangue e na pele. A icterícia também ocorre em outras doenças do fígado, como hepatite e cirrose. Saiba tudo sobre pedra na vesicula e tratamento.